Resolução para o Ano Novo

Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino…



Somos tangidos por fatos e problemas a exigirem a manifestação de nossa vontade em todas as circunstâncias.




Muito embora disponhamos de recursos infinitos de escolha para assumir
gesto determinado ou desenvolver certa ação, invariavelmente, estamos
constrangidos a optar por um só caminho, de cada vez, para expressar os
desígnios pessoais na construção do destino.




Conquanto possamos caminhar mil léguas, somente progredimos em substância avançando passo a passo.




Daí, a importância da existência terrena, temporária e limitada em
muitos ângulos porém rica e promissora quanto aos ensejos que nos
faculta para automatizar o bem, no campo de nós mesmos, mediante a
possibilidade de sermos bons para os outros.




Decisão é necessidade permanente.




Nossa vontade não pode ser multipartida.




Idéia, verbo e atitude exprimem resoluções de nossas almas, a
frutificarem bênçãos de alegria ou lições de reajuste no próprio íntimo.




Vacilação é sintoma de fraqueza moral, tanto quanto desânimo é sinal de doença.




Certeza no bem denuncia felicidade real e confiança de hoje indica serenidade futura.




Progresso é fruto de escolha.




Não há nobre desincumbência com flexibilidade de intenção.




Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino…




Se a eventualidade da sementeira é infinita, a fatalidade da colheita é inalienável.




Guardas contigo tesouros de experiências acumulados em milênios de luta
que podem crescer, aqui e agora, a critério do teu alvitre.




Recorda que o berço de teu espírito fulge longe da existência terrestre.




O objetivo da perfeição é inevitável benção de Deus e a perenidade da
vida constitui o prazo de nosso burilamento, entretanto, o minuto que
vives é o veículo da oportunidade para a seleção de valores, obedecendo
a horário certo e revelando condições próprias, no ilimitado caminho da
evolução. [Decisão, E – Cap. XXIV – Item 15]




Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino…


Autor: André Luiz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Da obra: Opinião Espírita

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s