Preso e amarrado

Temos realmente muita coisa presa. Me identifiquei com esta poesia, porque trago na face os cravos escuros, sofro de prisão de ventre, e até de pelo encravado. Nunca pensei que fossem outras coisas também querendo sair, e  tal como faço com as coisas do coração e da cabeça, prendo. Não dou passagem, não me permito vazão. E sempre que tento fazer há algo no consciente que diz para ser de outra forma. Como ainda não sei, erro. E o erro reforça o medo de me soltar novamente. É um ciclo.
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